Parece que estamos com dificuldades técnicas, mas apesar das tecnologias não serem a minha especialidade, vou tentar dar o meu melhor. Quiseram os senhores que programam estas votações que fosse necessário provar que quem vota é humano e não um computador. Vai daí e colocaram umas letrinhas tão tortas que são capazes de nos provocar um torcicolo. O problema é que quem está a usar o Internet Explorer não consegue ver essas letrinhas com trombose. Recomendo o uso do Google Chrome porque comigo funcionou. Modzilas e essas coisas já não seijá que não tenho nada disso aqui. Peço desculpas pelo incómodo causado...
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
domingo, 20 de janeiro de 2013
Concurso Blog do Ano 2012 Aventar - Fase Final
Caríssimos,
Como sabem, o blogue "Arroz do meu Céu" está inscrito no concurso Blogs 2012 da Aventar.
Passou para a 2ª fase de votações em primeiríssimo lugar, graças à colaboração de todos. Mas a parte mais difícil começa agora, onde vou competir directamente com os restantes 4 mais votados.
- Vão à página do concurso em http://aventar.eu/blogs-do-ano-2012/blogs-do-ano-2012-votacoes-2a-fase/;
- Procurem pela categoria Diários de bordo / Diários íntimos
- Procurem pelo Blog Arroz do meu Céu
- Votem! Podem votar 1x por dia em cada IP.
Em alternativa podem fazer "CTRL" "F" (ou "CTRL" "L", conforme o idioma do PC) e escrever "Arroz do meu Céu".
Mas uma coisinha! Se gostarem mesmo, mesmo, mesmo muito, transmitam aos V/ contactos!
Obrigada pelo apoio!
sábado, 12 de janeiro de 2013
Cantigas de Maldizer
Quando comecei a escrever esta publicação, pensei intitulá-la de outra forma: "Maledicência - O novo ópio do Povo". Mas depois, além de o considerar demasiado longo, tive um flash dos meus tempos de liceu e deste género literário, trazido até mim por uma professora de minúscula aparência, mas com uma presença dantescamente aterrorizadora, que me fez agradecer ter escolhido o ramo das Ciências! E depois percebi que assentava que nem uma luva no assunto que hoje trazia.
Mas a coisa não fica por aqui. Diariamente encontro vários "treinadores de bancada" cujos comentários que deixam nas redes sociais, sejam sobre política, sobre moda ou sobre a vizinha do 3º esquerdo, são sistematicamente negativos! Se o Estado Português catapultou a dívida pública para os 120 e tal por cento do PIB porque pediu ajuda externa, ESFOLA! Se o governo decide vender empresas públicas, cujos únicos frutos são resultados supernegativos e dores de cabeça, MATA! Se a vizinha leva pancada do marido todos os dias, é porque não é mulher de fibra. Mas se há um dia em que levanta mais o tom de voz, é porque o companheiro é um “manso”! Haja coerência, meus senhores! O que interessa é criticar gratuitamente, porque alguém lhes disse um dia que isso lhes iria conferir um certo estatuto pseudo-intelectual e que iria estimular a libertação de feromonas ao sexo oposto!
Mas onde é que eu ia? Ah, sim! Nas "Cantigas de Maldizer"! Pelo que me recordo dos tempos do secundário, o que diferenciava estas obras era precisamente a maledicência dura, crua e inequivocamente direccionada para o alvo que se pretendia atingir, assim como o recurso ao discurso grave, agressivo e por vezes obsceno, recorrendo aos boatos que circulavam pela corte . E não é que bate certinho com o que se passa agora? Qualquer um, escudado por um monitor de computador (qual vidro à prova de bala), consegue proferir corajosamente as maiores atrocidades sobre tudo e sobre todos, mesmo que estejamos a falar sobre o resultado do jogo solteiros contra casados. Parece que, de repente, toda a gente passou a ter uma opinião válida, intangível e de verdade absoluta! Tornam os seus comentários públicos, põe-se a jeito de serem, por sua vez, ridicularizados e criticados e depois, ofendidos, vêm dizer que se não concordam, não frequentem nem desconstruam aquele espaço de suposto debate de ideias. A sério?!
Perspectiva positiva: será que com a produção desmensurada de verdadeiras obras de "Cantigas de Mal-Dizer" a que temos assistido, estaremos perante um neomedievalismo herdado pelos tempos modernos para tentar compreender e (des)embelezar o caos em que nos encontramos?
E, se parece que com isto acabo de dar um tiro nos pés por estar, eu própria, a tecer duras críticas e por estar a recriminar a liberdade de expressão, desenganem-se! O apelo que aqui faço é ao bom senso e ao equilíbrio entre o criticar, o aplaudir e o ter dois dedinhos de testa para saber quando ficar calado e quieto! Alguém disse uma vez qualquer coisa do género "Mais vale estar calado e parecer um tolo, do que dizer uma palavra e confirmar as suspeitas". Sou a favor da crítica e da indignação, mas se destas não advier absolutamente nada de construtivo, pedagógico ou inovador então onde está o seu propósito? E se vivemos tempos de austeridade, de contenção e, infelizmente para muitos, de pobreza e de infelicidade, o que ganhamos nós em remar continuamente contra a maré sem tentarmos, sequer, legar qualquer tipo contributo?
Tenho um amigo, dinâmico por natureza e ambicioso por vocação, que depois de ter estado uns anos a viver fora de Portugal, me disse que não reconhecia nos seus colegas de trabalho a falta de ânimo e o constante discurso derrotista. E a isto dou uma resposta: o pensamento destrutivo, a par das “Cantigas de Mar-Dizer”, primeiro estranha-se e depois entranha-se, e tal como referi no primeiro parágrafo deste texto, é o novo ópio do Povo. E sem querer defender aqui nenhuma dama (já que não sou adepta acérrima de nenhuma convicção política em particular) gostaria apenas de dizer que o verdadeiro mérito está em acrescentar valor e não em arruinar quem está a tentar gerá-lo.
Por tudo isto, meus amigos, para este ano de 2013, o que mais vos desejo são pensamentos críticos e isentos, mas também construtivos, positivos e inovadores!
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Concurso Blog do Ano 2012 Aventar - 1ª Fase
Caríssimos,
O blogue "Arroz do meu Céu" está inscrito no
concurso Blogs 2012 da Aventar.
- Vão à página do concurso em http://aventar.eu/blogs-do-ano-2012/blogs-do-ano-2012-votacoes-1a-fase-14/;
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Diários íntimos
- Procurem pelo Blog Arroz do meu Céu
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Em alternativa podem fazer "CTRL" "F" (ou "CTRL" "L", conforme o idioma do PC) e escrever "Arroz do meu Céu".
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
De pé ao peito
Nevo melanocítico, vulgarmente
conhecido como sinal de pele, é uma maleita da qual sempre me lembro de sofrer.
Desde que me entendo como gente que me recordo de olhar para a minha pele e de a
ver sarapintada: ele é sinais na cara, no corpo, na cabeça, na íris e até mesmo uma madeixa de cabelo de cor contrastante. Como forma de consolo, e tendo como base de dados a sabedoria
popular, fui ouvindo da família uma série de coisas que me fizeram pensar
seriamente se seria bipolar (ou tripolar, ou quadripolar…): “Sinal no peito,
mulher de respeito”; “Sinal na cara, mulher descarada”; “Sinal nas costas,
mulher de más respostas”; “Sinal no braço, mulher de desembaraço”; e por aí
fora… Enfim, à semelhança do que acontece com os horóscopos de algibeira, com tanta
“pintarola” dispersa pelo corpo todo, não seria difícil encontrar qualquer
defeito ou feitio.
E lá fui vivendo sempre em relativa
harmonia com este mapa das constelações do hemisfério norte em expansão, ainda que
promovendo constantes investidas rumo aos guarda-sóis e às sombras, fugindo
desse astro maravilhoso como o diabo foge da cruz. É que, a juntar a este mapa
astral desenhado no meu corpo, outros “sinais” me obrigavam a adoptar este comportamento
característico de um albino: pele fluorescentemente branca a fazer pendant com cabelo e olhos de cor indecisa com tendência para o claro, já para não falar
dos "ziliões" de sardas que tenho, sendo que mais de metade acordam do seu sono
invernal aos primeiros raios de sol. Além de tudo isto, como referido anteriormente neste blogue, o único efeito que o sol pode ter sobre esta
porcelana será o vermelhão que assola esta minha resiliente pele, carente de
melanina, com passaporte directo para o seu natural estado de transparência,
sem qualquer vislumbre de moreno, dourado ou apenas ligeiramente menos lácteo.
Aliás, a única coisa que me consegue dar coloração, além da maquilhagem e
algumas tentativas mais ou menos bem-sucedidas de auto-bronzeado, são mesmo as
sardas e os sinais.
Por isso… Para quê tanto esforço? Mais vale ficar barrada
em protector solar facto 50+ para peles muito sensíveis, com um chapéu de abas
a fazer sombra numa área superior à dos dois guarda-sóis (local de abrigo nos
curtíssimos períodos diários que passo na praia durante as férias), com uns
óculos de sol um bocadinho para o ridículos, mas que foram seleccionados por
serem os "raibantes" mais escuros/polarizados que o oculista lá tinha. Não é, por isso, de admirar que,
depois de toda esta “produção” e de 15 dias na praia, me perguntem se, de todas
as pessoas que iam comigo de férias, eu tinha sido a única a ter desistido de
ir…
E, pronto! Três meses e várias pequenas
cirurgias de ambulatório depois, o Franskenstein ganhava vida com 4 belíssimas novas medalhas, aleatoriamente espalhadas pelo corpo, sendo que uma delas, por ser
nos pés, me obrigou a fazer um estágio de 2 semanas. Durante este período não
posso conduzir, nem caminhar calçada, nem sequer sair de casa sozinha, pondo à
prova a minha sanidade mental e a do maridão. Este, coitado, entre um trabalho
que lhe consome quase todo o tempo livre, ainda tem que reservar espaço para as
idas ao supermercado, ao talho, à padaria e à farmácia, garantido que sobra uma
dose de paciência para aturar a mulherzinha manca, chata e aborrecida por passar o dia
todo sozinha. É que limpar caixas de correio electrónico, guardar as roupas do
verão (?!), arquivar papelada e pôr algum trabalho em dia, não são aquelas
tarefas que põe uma pessoa, que fica enclausurada na sua própria casa, exactamente bem-disposta.
Mas, calma, o pé desinchou, já consigo calçar as botas mais largas que tenho e conduzir com agilidade mínima o par de muletas herdado pelo meu marido do seu tetravô luso-italo-brasileiro, pelo que já se vê a luz do fundo do túnel! Vou ao centro de saúde toda orgulhosa para informar o Estado Português que pretendo suspender o período de Incapacidade Temporária Absoluta (baixa, para os mais leigos) e sou surpreendida com um bilhete de volta para a minha clausura para mais um par de dias de abstinência social. E regresso, novamente, às boxes.
Mas o que é mesmo, mesmo, mesmo
espectacular é ficar em casa tantos dias e mesmo assim apanhar uma constipação!
Isso é que é a cereja em cima do bolo!
Feliz 2013 para mim que entrei com o pé direito, já que o esquerdo estava "ao peito"!
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Olh’á bolinha com creme!
Depois de um ano de guerra travada com o ginásio, com as dietas e com as calorias guardadas no armário a encolher a nossa roupa, ainda que isso não se tenha concretizado em resultados visíveis a olho nu, eis que chega o momento de fazer reset ao sistema. Só assim será possível angariar a motivação suficiente, aliada a doses massivas de baixa-estima, para retomar todo o processo, logo após o fim das férias.E como é que se consegue esta
proeza em 15 dias? Muito fácil. Para perceberem como, convido-vos a acompanhar-me
durante os próximos minutos, numa viagem de sol, mar e refeições com valor
calórico muito superior ao da DDR (Dose Diária Recomendada).
1º Episódio: o almoço da viagem
2º Episódio: as
compras
3º Episódio: o exercício físico
4º Episódio: os gelados do demónio
5º Episódio: finalmente as bolinhas com creme
Toda a gente sabe que,
independentemente do nosso peso, das nossas ambições com ele relacionadas e da
nossa capacidade resistente, não é fisicamente possível lutar contra as bolas
de Berlim na praia e sair vencedor. Assim sendo, vai-se de férias logo a saber
que esta é uma guerra perdida e que nem vale a pena guardar a ilusão de que nos
vamos conseguir conter. E quando estamos numa praia onde, de cinco em cinco
minutos, nos aparece um brasileiro com uma t-shirt a dizer “Delícia, delícia”
na parte da frente e “Assim você me mata” atrás, com uma buzina e a gritar bem
alto “Bólinhá com crêmi, bólinhá seim crêmi e crêmi seim bólinhá” então a única
coisa a que vamos conseguir resistir será em comer mais do que uma por dia.
Este ano foi menos mal porque, aparentemente, o creme é proibido nesta praia
(pelo menos para alguns vendedores) sendo que lá foi possível alguma poupança
energética, já que se estava a prescindir do doce amarelo, qual sorriso no bolo
que nos hipnotiza e nos atrai para o seu consumo. E quase que a coisa nem corre
assim tão mal não fosse termos descoberto as melhores bolas de Berlim que já
comemos, vendidas em embalagens de seis unidades, num dos mais conhecidos
supermercados nacionais.
Enfim! Vou embora destas férias,
para não fugir à regra, literalmente de barriguinha cheia de doces recordações
e agora é esperar para ver se esta barriguinha me vai deixar vestir a minha
roupa quando regressar ao trabalho…
Resultado final: Filipa - 0 Férias - 2 (Kg)
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Mulher é um "bicho" difícil...
Finalmente este fim-de-semana recuperei algumas gotinhas de inspiração para escrever aqui no blogue e como a inspiração é como um recipiente sob pressão há algum tempo, que foi abanado, aviso já que hoje isto vai ser longo!
O motivo foi o casamento de uma grande amiga. Mas não é sobre este evento que vou falar, isso ficará para outras núpcias, mas sim sobre os preparativos que foram verdadeiramente dramáticos – os meus, entenda-se, porque os dos noivos correram lindamente.
O motivo foi o casamento de uma grande amiga. Mas não é sobre este evento que vou falar, isso ficará para outras núpcias, mas sim sobre os preparativos que foram verdadeiramente dramáticos – os meus, entenda-se, porque os dos noivos correram lindamente.
Parte I – o vestido
Parte II - acessórios
Ainda assim, quando pensava que o meu drama tinha acabado no vestido, lembrei-me que o dito cujo tinha uma aplicação cheia de brilhantes com a qual não ia muito à missa, mas para o qual não conseguia encontrar um substituto digno. Além disso era preciso encontrar a bela da pochette (cujo reduzido tamanho que a caracteriza me obriga sempre a deixar o telemóvel no carro) e os restantes acessórios - e parecia que nada ficava bem..
Parte III - sapatos
Depois de correr tudo quanto era loja da especialidade e de, finalmente, assumir que ia manter o aplique (cuja exuberância me resolvia o problema dos acessórios, dado que dispensava outros grandes atractivos), foram os sapatos que, apesar de ficarem bem, já tinham perdido alguns brilhantes, apresentando-se um pouco desdentados. Mas, que se lixe, o vestido é comprido e ninguém vai andar de gatas (espero eu), com um lupa, a contar os minúsculos vidrinhos.
Parte I b) - o vestido outra vez
Resolvidos os problemas anteriores, e não satisfeita, eis que ressurge o grande drama: o vestido, que tinha ficado na loja para apertar e para lavar, a 2 dias da cerimónia continuava por lavar e por apertar. Só me restava pedir muito ao meu Jesus para dar juízo às senhoras daquela loja e tempo, muito tempo para se dedicarem a porem o vestido pronto no Sábado!
Parte III - sapatos
Parte I b) - o vestido outra vez
Resolvidos os problemas anteriores, e não satisfeita, eis que ressurge o grande drama: o vestido, que tinha ficado na loja para apertar e para lavar, a 2 dias da cerimónia continuava por lavar e por apertar. Só me restava pedir muito ao meu Jesus para dar juízo às senhoras daquela loja e tempo, muito tempo para se dedicarem a porem o vestido pronto no Sábado!
Parte IV - o cabelo
Então no sábado tinha um baptizado às 16h - e eram 12h, tinha acabado de ir buscar o vestido (mais ou menos apertado e mais ou menos lavado) e continuava à procura de uns trapitos para levar vestidos, com cabeleireiro marcado para as 13h30. O vestidinho preto impecável que entretanto comprei combinava muitíssimo bem com umas "andas" de cetim preto que lá tinha em casa. Como não tenho carta de condução para aquela categoria de veículos, e dado o tardar da hora, comecei a suspeitar que poderia vir a ter um acidente grave no meio daquele turbilhão de coisas para fazer. Foi quando, a segundos de sair, resolvi que "fixe, fixe" era dar com a cabeça, em velocidade máxima, na orla da porta - e o meu pensamento instantâneo foi "já não me bastava estar suficientemente atrasada para agora ter que ir ao hospital levar pontos". Safei-me das suturas, mas não de um hematoma massivo na testa que me obrigou a ir de saco de gelo para o cabeleireiro e a contratar também para o dia seguinte uma maquilhadora profissional - o que nos leva para a parte V.
Parte V - a maquilhagem
Depois de uma noite a "dormir a correr" o despertador deu a alvorada às 07h e entre tropeções e remelas, lá me arrastei para o "Photoshop a 3D" - o cabeleireiro. Não fazia a mínima ideia do que iria sair do pincel da artista, mas estava filada que, como era a 1ª vez que a minha cara seria a sua tela, a paleta de cores iria ser humilde e regrada. Felizmente a nódoa negra não tinha chegado a surgir, pelo que, se levasse o penteado certo e se conseguisse evitar um determinado ângulo com o sol, talvez não se visse a proeminência colossal que tinha acoplada à minha testa - evidentemente que isto não aconteceu, mas talvez por falta de atenção (ou pena, ou excesso de álcool) ninguém reparou. Quando finalmente a obra termina, a maquilhadora começa a mexer no meu cabelo ainda molhado (como quando tentamos dar um jeito a um ramo de flores irremediavelmente mal arranjado) e diz "Vá ao espelho ver se gosta... Esta é uma maquilhagem bastante arrojada, mas vai ver que quando tiver o cabelo arranjado vai ficar o máximo". Temi pelo que ia encontrar do outro lado do espelho e comecei a preparar o discurso certo para a motivar para uma nova obra de arte, não tão "artística". Olhei para o meu reflexo, mas face ao estado de choque em que fiquei, as únicas palavras que me saíram foram "Isto... está... mesmo... artístico...". E foi aí que comecei também eu a mexer no cabelo a ver se a coisa remediava... E não remediou. Não é que estivesse feio, nada disso, apenas a probabilidade de encandear alguém com aquela sombra seria muito grande.
Parte VI - o cabelo outra vez
Quando me sentei na cadeira da cabeleireira, recebi por correio expresso as suas vibrações preocupadas, assim como uma expressão de quem tem uma empreitada faraónica pela frente: o que dali saísse ou ia arruinar tudo ou ia fazer estrelar o conjunto total. Como seria de esperar, não gostei do penteado e tanta arte, tanta inspiração e saí de lá a pensar "Meu Deus, onde estás tu quando mais preciso de ti?", mas rapidamente meti a mudança do espírito positivo e foquei-me neste pensamento "pelo menos não se nota o galo que está empoleirado na minha testa". Uma vantagem teve este photoshop todo: quando cheguei a casa e fui acordar o maridão ele acordou num instante!
Parte final - o conjunto completo
Entre uma testa amassada, uma maquilhagem que estaria à altura da sinalização de emergência de um edifício, uma penteado que parecia ter sido feito por uma criança de 2 anos e uma indumentária que já tinha passado as passas do Algarve, não é que o conjunto ficou muitíssimo bem? "Não negue à partida uma ciência que desconhece", já dizia a nossa querida amiga Maya...
Enfim! Com o complicómetro ligado no seu máximo nível (que de resto já é um habitué por aqui), melhor ou pior lá consegui resolver todas estas questões - como sempre!
Ai, como gostava eu de ser homem nestas alturas e ter como única preocupação engraxar os sapatos!!!
Parte VI - o cabelo outra vez
Quando me sentei na cadeira da cabeleireira, recebi por correio expresso as suas vibrações preocupadas, assim como uma expressão de quem tem uma empreitada faraónica pela frente: o que dali saísse ou ia arruinar tudo ou ia fazer estrelar o conjunto total. Como seria de esperar, não gostei do penteado e tanta arte, tanta inspiração e saí de lá a pensar "Meu Deus, onde estás tu quando mais preciso de ti?", mas rapidamente meti a mudança do espírito positivo e foquei-me neste pensamento "pelo menos não se nota o galo que está empoleirado na minha testa". Uma vantagem teve este photoshop todo: quando cheguei a casa e fui acordar o maridão ele acordou num instante!
Parte final - o conjunto completo
Entre uma testa amassada, uma maquilhagem que estaria à altura da sinalização de emergência de um edifício, uma penteado que parecia ter sido feito por uma criança de 2 anos e uma indumentária que já tinha passado as passas do Algarve, não é que o conjunto ficou muitíssimo bem? "Não negue à partida uma ciência que desconhece", já dizia a nossa querida amiga Maya...
Enfim! Com o complicómetro ligado no seu máximo nível (que de resto já é um habitué por aqui), melhor ou pior lá consegui resolver todas estas questões - como sempre!
Ai, como gostava eu de ser homem nestas alturas e ter como única preocupação engraxar os sapatos!!!
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Vegan à la carte
Depois de um fim-de-semana prolongadamente overdósico de pizzas, massas, gelados, paninis, porchettas, fogazzas e uma quase-crise de fígado, entrei numa semana de abstinência gastronómica absoluta, sem lugar a devaneios degustativos, enveredando assim pelo desconhecido mundo da comida saudável. Estava a correr tudo muito bem até arriscar comer um hambúrguer de soja. Era tão bom, tão bom, que o que sobrou de uma dose de 75g dei às minhas feras (que se lambem todos sempre que vêm um bom hambúrguer de carne ou de salmão). Resultado: a bicharada deve estar mal disposta, porque em vez da "chichinha" comeu os bróculos cozidos sem sal…
Para amanhã vamos ter tofu com as lentilhas que devem ter os respectivos prazos de validade a chegar ao fim, dada a vontade que tenho tido em cozinhar com estes ingredientes...
Ah! É verdade! E só por causa das coisas, depois da amostra de hambúrguer que comi e para matar o ratito, fiz um belo bife com cogumelos e molho de natas, acompanhado com um arrozinho branco que estava que era um espectáculo! E depois dizem que comer comida saudável não engorda e faz bem à saúde...
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